

Nove estados e um voto para a Nação
Parce qu'on a la rage, On restera debout quoi qu'il arrive, La rage D'aller jusqu'au bout et là où veut bien nous mener la vie, Parce qu'on a la rage, On pourra plus s'taire ni s'asseoir dorénavant on s'tiendra prêt Parce qu'on a la rage, le coeur et la foi! Parce qu'on a la rage, On restera debout quoi qu'il arrive, La rage D'aller jusqu'au bout au delà où veut bien nous mener la vie, Parce qu'on a la rage, Rien ne pourra plus nous arrêter... Keny Arkana - La Rage Texto de:

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há 2 dias7 min de leitura
![Brasil: O Futuro da Extrema-Direita[1]- Os limites do lulismo, os filhos de Bolsonaro e a nova política de desintegração](https://static.wixstatic.com/media/3d2fb3_b01bddbeab284b6baa0babbb28b6b590~mv2.png/v1/fill/w_332,h_250,fp_0.50_0.50,q_35,blur_30,enc_avif,quality_auto/3d2fb3_b01bddbeab284b6baa0babbb28b6b590~mv2.webp)
![Brasil: O Futuro da Extrema-Direita[1]- Os limites do lulismo, os filhos de Bolsonaro e a nova política de desintegração](https://static.wixstatic.com/media/3d2fb3_b01bddbeab284b6baa0babbb28b6b590~mv2.png/v1/fill/w_359,h_270,fp_0.50_0.50,q_95,enc_avif,quality_auto/3d2fb3_b01bddbeab284b6baa0babbb28b6b590~mv2.webp)
Brasil: O Futuro da Extrema-Direita[1]- Os limites do lulismo, os filhos de Bolsonaro e a nova política de desintegração
Texto de: Rodrigo Nunes[2] entrevistado por Carlos Pérez[3]. Tradução: Eduardo Henrique Barbosa de Vasconcelos Professor de História da Universidade Estadual de Goiás - UEG À medida que o Brasil vai às urnas em 4 de outubro[4], pesquisas mostram Luiz Inácio Lula da Silva, o incumbente de 80 anos, em empate técnico com Flávio Bolsonaro, cujo pai permanece preso por tramar um golpe após perder a presidência em 2022. Do lado de fora, pode ser difícil entender como Lula e seu P

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15 de out.15 min de leitura


Quem Tem Medo da História? O veto político ao livro do Bicentenário
Imagem: www.andes.org.br Texto de: Eduardo Henrique Barbosa de Vasconcelos[1] Professor de História da Universidade Estadual de Goiás - UEG I No dia 14 de agosto de 2026, João Pedro Pitombo publicou, na Folha de São Paulo, o artigo “Câmara veta termo ‘ditadura militar’ e propõe cortes em livro sobre Independência”[2]. Em síntese, são três os argumentos apresentados por João Pitombo. O primeiro argumento apresentado é: A comissão especial da Câmara dos Deputados responsáve

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18 de ago.4 min de leitura


O Brasil não Torce pelo seu Próprio “Azarão”
Texto de: Eduardo Henrique Barbosa de Vasconcelos[1] Professor de História da Universidade Estadual de Goiás – UEG. Autor do Livro A Ciência peculiar de Joaquim Antonio Alves Ribeiro: Ceará - Harvard - Ceará. 2024. Como um megaevento global, a Copa do Mundo de futebol masculino de 2026, finalizada no último dia 19 de julho, pode e deve ser vista sob diversos ângulos e perspectivas.[2] Uma dessas possibilidades envolve a compreensão desse grande torneio internacional como um

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2 de ago.6 min de leitura


13 de Maio: dos horrores da escravidão aos seus ecos no Brasil contemporâneo
Texto de: João Aparecido Gonçalves Pereira Professor de Filosofia do Instituto Federal do Pará (IFPA). Mestre em Filosofia. Recentemente, em uma conversa informal, ouvi alguém dizer que a Ditadura Militar brasileira teria sido pior do que a escravidão. O argumento era simples: a ditadura perseguiu, torturou, matou, expulsou pessoas do país e deixou marcas profundas na sociedade brasileira. Já a escravidão, segundo essa visão, teria sido algo distante, antigo, ligado apenas ao

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21 de mai.3 min de leitura


Derrota, aprendizado e erro: o que o governo ainda não entendeu
Texto de: João Aparecido Gonçalves Pereira Professor de Filosofia do Instituto Federal do Pará (IFPA). Mestre em Filosofia. Giovani Delluc Cientista Político e Consultor de Comunicação. Recentemente, o Senado Federal rejeitou o nome indicado pelo Presidente da República para o Supremo Tribunal Federal. O episódio, por si só, já representa uma derrota institucional relevante. Mas seu significado vai além disso. Em um texto que publiquei no Além dos Muros, afirmei que essa reje

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10 de mai.3 min de leitura


Militarização social na realidade brasileira: entre a educação e o fuzil na vida cotidiana
Texto de: Marco Antônio Camara de Sousa Professor e Mestrando em Ensino de História pelo Programa ProfHistória da Universidade Federal de Goiás (UFG). Na condição de professor, é comum perceber em estudantes do 6° Ano do Ensino Fundamental II, ao serem apresentados à disciplina de História, uma busca inicial por conteúdos que serão trabalhados durante o ano. Em inúmeros casos, principalmente entre os meninos, algumas dúvidas sobre a História Militar: “quando vamos estudar S

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9 de mai.8 min de leitura


Uma leitura maquiaveliana da rejeição de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal
Imagem: CNN Brasil Enquanto muitos interpretam a rejeição do nome de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal como uma simples derrota do governo de Luiz Inácio Lula da Silva, talvez seja mais fecundo deslocar o olhar. Não negar o revés, mas interrogá-lo a partir de uma chave distinta: uma leitura maquiaveliana. Do ponto de vista institucional, o episódio se inscreve na normalidade democrática. O Senado exerceu sua competência. Falar em “ataque à democracia” exige mais do qu

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30 de abr.3 min de leitura


Manifesto por uma educação que pense em nós
“Sempre fui sonhador quando pivete meu sonho era ser jogador de futebol, vai vendo, mas o sistema nos limita de tal forma que tive que...

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4 de dez. de 20243 min de leitura


Educação a base para o conhecimento
A princípio, o discurso meritocrático nos faz pensar que a educação deve ser buscada pela própria pessoa, mas será que deve ser assim?...

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4 de dez. de 20242 min de leitura


